Recém-publicado

A candidata independente e a Nova Força Nacional (N.F.N.) concorrentes as presidenciais 2019 e legislativas 2018


Documento base e orientador de todas as parcerias e assessorias estratégicas para o desenvolvimento sólido da Guiné-Bissau.

Pelo resgate dos valores culturais e referências históricas que nos unem e, com eles servir melhor à Nação, Pátria comum de todas as famílias guineenses, de todos os nossos pensamentos, sentimentos e acções humanitárias. Por uma presidência atenta às violações e atropelos aos direitos humanos. Cada contacto, é a eleição de uma nova esperança e o crescer de sonhos.

Por uma governação sábia e diligente, da irmandade e guinendade e, dedicada a preencher os sonhos e esperanças de todos os guineenses, em matéria do desenvolvimento económico e social, conforme nossos valores culturais, nossas referências históricas e nossa berciária herança ao serviço das nossas almas, moranças, tabancas e aldeias. Cada medida governamental, é o cumprimento de sonhos, há tempos guardados no baú de esperanças.

RESPONSÁVEIS DE CONTACTOS COM AS ENTIDADES

Grupo “Amanhã Guiné-Bissau”:
Nome: Soc. Nancy Schwarz (Candidata às Presidenciais)
Telm.:(+351) 920 433 403
Email: nancygschwarz@gmail.com
Twiter:@nancygschwarz
Website: www.nancygschwarz.com

Nova Força Nacional (N. F. N.):

Nome: Dr. Celestino Monteiro Macedo (Professor e Coordenador Geral das Legislativas)
Telm.:(+351) 920 405 223
Email: celestinomonteiromacedo@gmail.com

Apresentação preliminar das opcoes projectadas para as presidenciais e legislativas na Guiné Bissau

Apresentamos neste documento, não apenas o pensamento-síntese da Candidata Independente e da Nova Força Nacional (N.F.N.), mas igualmente, a estratégia para o desenvolvimento sólido da Guiné-Bissau com todos os parceiros nacionais, regionais e internacionais, assentes na lealdade, na legalidade, nas legislações nacionais, nos valores socioculturais e nas referências históricas que nos movem e nos obrigam a defender, seja em que circunstância for, a dignidade humana, a cidadania, a moralidade e a integridade física, o país, sua territorialidade e populações que nelas vivem, os seus recursos que ficam reservados para as próximas gerações, e a impraticabilidade das vendas das terras e chãos da Guiné-Bissau, pois, herdamos das nossas profundas tradições que elas são propriedades dos antepassados e, delas ocorrem rituais consagradores da legitimidade dos poderes locais, mantendo neste ritmo, tanto a unidade entre comunidades de diferentes bases civilizacionais e linguísticas, como permitindo às governanças (reinanças e rainhanças) sem quaisquer conflitos.

Neste quadro, tivemos uma Guiné de paz, há séculos, até a data da colonização e da independência.

Por esses princípios imperdíveis, provenientes das filantrópicas elaborações e que encarnaram nossos actos, removendo quaisquer obstáculos nos relacionamentos pessoais e colectivos, e ao mesmo tempo iluminaram nossas razões que passaram a engendrar a bondade, a cooperação, a solidariedade, o amor e o carinho.
Neste sentido, tornámo-nos receptores de tudo e de todos no nosso espaço físico e mental, porque assim, expressam os conteúdos culturais ou valorativos e, referências históricas que nos transmitiram, marcando nossas visões acerca do passado, do presente e do futuro.

Assim, queremos perseguir este caminho, o da restauração da Guiné, reportada in box, envolto da grandeza da alma e do espírito de perdão, da tolerância e da igualdade no desfrutar de oportunidades para todos, bem assim, a partilha de recursos e promoção dos nossos jovens no plano da formação e emprego, concedendo habitações para todos, e todos os benefícios extras, devidamente conjugados com os verbos voltar (voltei ao país que sempre sonhei), sentir (agora, sinto-me bem no meu país), estar (estou bem no meu novo país), viver (agora vivo bem no meu país), trabalhar (trabalho de forma alegre no meu país) e dar (darei o meu máximo para as futuras gerações).

Repudiamos igualmente, o turismo selvagem ou de massas para as ilhas dos Bijagós e, defendemos os espaços de cultivo, as terras e os chãos que não são vendáveis, penhoráveis, ou sujeitos às trocas ou outros actos que danificam e implicam a perda de sítios, monumentos, espaços de vivências comunitárias, da partilha de experiências e vivências.

O desenvolvimento do país ficará subordinado, em primeiro lugar aos valores sociais, culturais, filosóficos e livres manifestações religiosas das comunidades como outrora faziam, antes da colonização, claro, ligado aos valores do trabalho; em segundo lugar, aos valores económicos, industriais, comerciais e serviços que, deste modo, se complementam inteiramente. Todos estes valores se subordinam aos princípios da vida humana, isto é, capazes de promover de forma justa oportunidades para todos: trabalho, habitação, formação, saúde, protecção, segurança, salário, justiça, direitos humanos, cidadania, alimentação, bolsas de estudos, direitos constitucionais e equidade na partilha de recursos nacionais.

Aliás, queremos o retorno da antiga Guiné, hoje Guiné-Bissau, isto é, a forma berciária com que nos educaram, tanto os nossos pais, como nossos avós, nossos antepassados. Queremos reimplantar a Firkidja (pilares/raízes/estruturas/identidade) para a nossa juventude continuar a obra.

Queremos deixar o legado que não comprometa a geração futura em termos da dívida e, estabelecer o combate implacável aos traficantes das drogas, à corrupção, aos crimes económicos, a alienação das propriedades comunitárias e estatais, o rapto das crianças com uma penalização super gravosa, assim como dos órgãos humanos, da escravatura, da mutilação genital, da desigualdade do género e, por conseguinte, a diferença nos salários, dos crimes domésticos, onde as mulheres pagam o preço da vida, das crianças abandonadas, da pobreza, da miséria, das doenças, e do combate ao analfabetismo, insegurança e protecção dos investimentos, a higiene, a delapidação do estado (regime fiscal ou outros crimes).

Em baixo, perfilham-se as áreas cruciais nos primeiros quatro anos da governação.

Areas de intervenção e regularização Legislativa

Em busca de apoios

Partimos com a iniciativa da criação do grupo de intervencão sócio-político “Amanhã Guiné-Bissau (G.A.G.B.)” e a “Nova Força Nacional (N. F. N.)”, em face da crise que assola a Guiné-Bissau, nosso país, abastardo de potenciais recursos para gerar o desenvolvimento das populações e o crescimento económico aos progressivos níveis que a vida impõe.

Acreditamos também nos amigos, nos parceiros e na cadeia da solidariedade que ainda reina no mundo, principalmente no espaço (C.P.L.P) que a todos nos diz respeito, em razão da secular história, língua e cultura que nos une.

Contrariamente aos argumentos de uns sobre a inviabilidade da Guiné-Bissau, nós do grupo Amanhã Guiné-Bissau e da Nova Força Nacional, acreditamos ainda que vamos ao tempo de podermos ajudar o nosso povo a vencer às dificuldades de ordem vária.

Não basta apenas acreditar, pois o agir, é fundamental. Mas o agir necessita de apoios. É nesse quadro que estamos a estabelecer pontes de contactos para solicitar à quem nos pode ajudar nesta primeira fase, para a instalação das sedes, material de campanha, programas da mudança de mentalidade, e os demais elementos que comportam qualquer tipo de eleição. Temos condições para subtrairmos votos aos outros partidos políticos, aos candidatos e, ganhar com margem significativa às duas eleições simultaneamente.

O desejo de mudança está na face de cada guineense descontente com à situação. E o nosso lema é, de certo modo, conseguir realizar este desejo colectivo, através de mudanças que iremos implementar, após as duas vitórias.

São imensas áreas de actuação que desenhamos para o país (Guiné-Bissau), objectos de negociações, parcerias e concursos em projectos e programas.

A implementação de projectos e programas do desenvolvimento na Guiné-Bissau, constitui uma oportunidade para todos os parceiros com registos legais nos seus países de origem, a demonstração de trabalhos já executados nos seus países e noutros, as capacidades financeiras comprovadas, os saberes e as avultadas experiências nas áreas que concorrem, as capacidades técnicas e humanas, as tecnologias não poluentes, os recursos alternativos, as licenças, os atestados das empresas – do fisco e da segurança social actualizados, capital social, os bancos das suas operações, os certificado da solidez das empresas, certificados da saúde e registos criminais dos seus agentes, das dívidas e, outros compromissos. Há imensos caminhos para trilhar e pôr em marcha os projectos pioneiros: a água potável, a urbanização, a energia solar e a eólica, as infra-estruturas rodoviárias, pontes, hospitais, etc.

Os projectos e programas são exequíveis através da abertura dos concursos públicos afixados pelas leis nacionais, sendo ganhos por aqueles que preenchem os requisitos acima apontados. Manter-se-ão as supervisões relativas aos contratos, ao funcionamento dos serviços, das finanças, aquisições, da contabilidade, da execução, do pessoal, do gasto, do balanço, sendo assegurados pelas assessorias consoante às áreas ganhas em sede dos concursos.

Os necessários diálogos e concertações estratégicas para a implementação dos projectos e programas são objecto dos acordos de parcerias e assessorias.

O que preconizamos para as acessorias e parcerias

Existe relativamente as assessorias e parcerias, um quadro normativo e regulamentar em face dos programas e projectos públicos sujeitos aos concursos, sendo abertos aos que se revêem e participam previamente nos actos da futura governação e efectiva presidência, quer do ponto de vista financeiro, quer utilizando outros recursos para reforçar as capacidades de mobilização e alocação de meios para o relançar do desenvolvimento social e económico do país.

O enquadramento dos projectos e programas públicos na visão do grupo Sociopolítico Amanhã Guiné-Bissau (G.A.G.B.) e a Nova Força Nacional (N. F. N.), é inerente à estratégia adoptada ao actual contexto económico e social do país e corresponde, na verdade, às preocupações da liderança – governação e presidenciais, projectadas para a formação e criação do emprego.

A construção das parcerias estratégicas para a futura governação e presidencialização, asseguradas pelas assessorias várias, em função das áreas escolhidas, deverão existir garantias prévias de que tudo será feito para angariar parceiros idóneos que possam ajudar a desenvolver o país nas áreas já mencionadas, garantindo também os devidos financiamentos para as operações que se avizinham (governação e presidência). Neste sentido, deverá existir um quadro financeiro e regulamentar inerentes aos acordos de princípios em matéria de apoios para os actos mencionados, podendo os parceiros submeter-se aos concursos públicos.

A construção de parcerias, do mesmo modo, as múltiplas assessorias, ocorrem num contexto específico em que as legislativas e presidenciais terão lugar (2018/19) respectivamente no momento em que o país precisa de uma viragem política. Esta construção de parcerias e de assessorias deve ser  saudável para as partes interessadas, nomeando as prioridades em que as mesmas devem actuar com brevidade. Aos assessores, casos específicos PLB e MovingDiáspora, e futuros, compete-lhes juntamente com o Grupo Amanhã Guiné-Bissau (G.A.G.B.) e a Nova Força Nacional (N. F. N.), as responsabilidades:

1. Angariar, em conformidade com os sectores já indicados (Energia solar e eólica, pontes, estradas, barcos, caminhos de ferro, hospitais, habitações, saúde e equipamentos, a educação, portos das águas profundas) parceiros que caibam nos moldes supra, e que, em tempos acordados se disponibilizam recursos, tanto financeiros como logísticos, visando apoiar acções concertadas (futura governação e presidencialização) com o impacto em todos os domínios da vida de um país;

2. Apresentar ao Grupo Amanhã Guiné-Bissau (G.A.G.B.) e a Nova Força Nacional (N.F.N.) os parceiros e suas pretensões em reuniões e discussões amplas das áreas em que pretendam actuar, mas devidamente sujeitos aos concursos públicos, supervisionados tanto pelo estado como pelas assessorias e instituição terceira;

3. Transmitir o pensamento das forças concorrentes para que não haja surpresas ou condenações, antes de qualquer reunião ou acordo;

4. Fidelizar os contactos dos parceiros com as estruturas de trabalho de forma a manter informados sobre os andamentos ou busca dos parceiros;

5. Estabelecer um cronograma de actividades a desenvolver, nomeadamente a angariação de fundos para a (governação/presidencialização);

6. Fornecer aos parceiros a lista completa dos possíveis territórios de actuação (províncias, regiões, sectores e secções) e projectos requeridos;

7. Informar aos interessados nas referidas áreas os necessários apoios a governação e a presidencialização e, transportes para as regiões com carências, a preços módicos;

8. Prontificar fundos para o funcionamento dos espaços da governação e presidencialização, transportes (ambulâncias), pagamentos aos que permaneçam naqueles espaços, apoios alimentares e deslocações;

9. Procurar os equipamentos para a governação e presidencialização o mais cedo possível e privilegiar sua entrega com brevidade. As negociações por áreas acarretam apoios financeiros significativos e mediatos, que as assessorias e as estruturas em ligação devem assumir com clareza e rapidez.

Cada área em acordo, assim também, será afixada um regime de compensação pecuniária ou de outra índole;

10. Agilizar as campanhas com todos os aparatos, inclusive o carro equipado com geradores, altifalantes, plataformas e estruturas para içar as telas e exibir os projectos do desenvolvimento, seja nos bairros, nas aldeias, nas moranças e nas tabancas

11. As assessorias ganharão lugar no Grupo Amanhã Guiné-Bissau (G.A.G.B.) e na Nova Força Nacional (N.F.N.) com tudo o que resultar dos acordos celebrados baseados na efectiva mobilização dos parceiros e deles garantir financiamentos objectivamente consentidos pelas forças em concorrências eleitorais nas respectivas áreas;

12. Uma vez celebrados os acordos, os mesmos devem pôr à disposição os montantes equivalentes às áreas escolhidas no quadro dos concursos públicos, dentro dos prazos estipulados;

13. Não terão efeitos quaisquer acordos celebrados por qualquer entidade, quando os resultados não são visíveis ou palpáveis, ou seja, resultados concretos à vista de todos os elementos;

14. As parcerias a estabelecer serão sempre nos moldes definidos e nas áreas referenciadas, e nunca em áreas extras;

15. Quaisquer entidades ou pessoas que trabalham connosco no âmbito das áreas de preferências, ou mobiliza, recursos ou outros bens úteis para o desenvolvimento da Guiné-Bissau, terão respostas das forças concorrentes às eleições se a suas diligências surtirem efeitos;

16. Os recursos naturais estão fora da perspectiva dos projectos do desenvolvimento para a Guiné-Bissau, nem sequer elegíveis os sectores adubos ou fertilizantes, madeira, indústrias de alto porte e poluentes.

17. Os projectos referentes aos sectores – comércio, frutas ou legumes, medicamentos, estão sujeitos a uma análise profunda por parte das forças concorrentes às eleições;

18. As parcerias não são na nossa óptica estabelecidas com as entidades incapazes, tanto económica como financeira de cumprir com carácter de urgência os ditames do país;

19. A manutenção das parcerias e das assessorias dependerão muito do que se fizer e os ganhos obtidos de ambas as partes;

20. O que se pretende no fundo com as parcerias e assessorias que elas sejam oportunistas e dinâmicas em termos do tempo e cumprimentos dos acordos.

Nossas respostas as parcerias e acessorias

Nossa convicção moral, consiste em manter fiel aos parceiros e assessores que se prontificaram para os programas da presidência e da governação, naturalmente, os parceiros do desenvolvimento que concorrem de forma idónea aos projectos e programas consignados, objectos

cimeiros da análise e proposição aos concursos públicos. Deste modo, dividiremos as estratégias para a governação e presidência da seguinte maneira: províncias, regiões, sectores e secções. Serão tidas em conta: A construção das infra-estruturas (hospitais, estradas, pontes, caminhos de ferro, escolas, centros de formação, saúde, agricultura, água potável, energia eólica e solar, laboratórios, etc.) e abertos concursos públicos nas referidas áreas. Podem candidatar-se apenas a um único projecto, podendo depois disso, voltar a candidatar-se aos novos projectos sujeitos a concursos públicos:

Serão anunciados os concursos públicos e publicados em edital.

 Cada área envolvente (Ex: electrificação, os candidatos podem apenas concorrer a um (projecto) numa província, numa região, num sector, e não em todas, para dar lugar também à que haja mais concorrentes;

 O Estado assume os compromissos de pagar às empresas ganhadoras, com contractos devidamente rubricados e conferidos sua vigência e protecção internacional, acompanhadas da fiscalização;

 Depois da conclusão das obras e devidas inspecções por parte do estado, parceiros, assessorias e estruturas de colaboração, serão entregues ao estado, passando a geri-las convenientemente;

 Os contractos para a execução de obras ficam adstritos às intervenções dos especialistas nacionais e estrangeiros, assim como perfilham nos respectivos contratos a passagem gradual do Knowhow aos trabalhadores de toda a tecnologia adquirida para a continuação da manutenção e reparação técnica quando necessário for. A transmissão dos saberes aos nacionais será avaliada em sede própria e, verificada sua concretização pelo estado e assessorias;

 Serão sempre renováveis os contractos que resultaram numa boa implementação e resultados visíveis.

Nossa Missão

Levar aos mais necessitados, a bem dizer, será o início de uma verdadeira construção e recuperação da dignidade do Homem guineense, neste momento, marcada negativamente ao longo da história política do país, ao mesmo tempo a reconstrução moral e da consciência cívica que irá inflectir na mudança da mentalidade estimuladora do progresso. Promoveremos, posteriormente o retorno físico, moral, intelectual e emocional de quadros superiores e profissionais guineenses, importantes agentes promotores

e transformadores da sua própria realidade (diversidade de Povos, Culturas, Civilizações, Línguas, Tradições, Usos e Costumes, Valores e Referências) rumo ao progresso e ao desenvolvimento. Daremos prioridade ao sector primário, secundário, terciário e de serviços; por outro lado, a prioridade no combate aos principais flagelos do país com repercussão nas suas economias, tais como, as cifras significativas da mortalidade causada pelo HIV, Meningite, Paludismo, Malária, etc.

Nesta ordem de ideias, proceder-se-á, da elaboração de programas de formação e cursos permanentes sobre a problemática guineense em matéria do desenvolvimento, bem como a sua monitorização e sustentabilidade. Todas as acções programadas neste projecto, serão devidamente realizadas no âmbito das cooperações, parcerias e concursos públicos, coadjuvadas efectivamente pelos departamentos de apoios. Além do mais, os projectos de desenvolvimento projectados para o país, deverão cumprir requisitos essenciais que os tornam operacionais e efectivos.


Guineenses, não tenham dúvida de que a Guiné será a estrela da África e a luz das Nações!

Visite o site da futura Presidente da Guiné-Bissau. Clique Aqui

#NancyScharwz  – Youtube

#NancyScharwz – Twitter

#NancyScharwz – Facebook


O melhor do Público no email

Amigos do Comendador Marcio Borlenghi Fasano
Curta nossa página no Facebook
Confira nosso Canal no Youtube
Receba atualizacoes sobre esta e novas matérias
Siga-nos no Twitter
Siga-nos no Instagram
 Sugira nossas matérias através do emai info@fasano.co.uk

Deixe um comentário

Faça o login usando um destes métodos para comentar:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.

%d blogueiros gostam disto: